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O time Afogados já tem data marcada para estrear no seu novo estádio

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A equipe do Afogados, de Afogados da Ingazeira tem feito uma das melhores campanhas do Pernambucanos Sub-23. O time, que é estreante na competição, conseguiu classificação com uma rodada de antecedência, com três vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

Dessa campanha, três jogos foram realizados como mandante, mas que diferentemente de seus adversários, a Coruja não jogou em seu estádio devida a reforma que está sendo feita no Vianão, que segundo o presidente do clube, Enio Amorim,  estará pronto ainda este mês.

obras já estão em fase de conclusão e o estádio está recebendo os últimos reparos para jogarmos em nossa casa. A nossa previsão é para que no dia 27 de agosto, no jogo contra o Centro Limoeirense, nós estrearemos diante da nossa torcida.

De acordo o mandatário da Coruja, o clube já possui todos os laudos técnicos, necessários para utilização do Vianão, faltando apenas o de engenharia, que só será feito após as conclusões da obra. Ainda segundo Amorim, o estádio ganhou novos departamentos e uma reformulação geral no gramado, que será referência na região.

- Reformamos muita coisa e até construímos algumas do zero. Fizemos salas para a administração, Polícia Militar e Posto Médico. Levantamos uma nova fachada que foi destruída pela chuva de fevereiro, sem falar no gramado, que fizemos algo parecido com o que foi feito no Lacerdão, que está cada dia mais bonito. Agora é aguardar para trazermos a nossa torcida de fato, para nosso lado.

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G1.com

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Renata Campos fala sobre a última conversa que teve com seu marido.

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No fim do dia de quinta-feira, o movimento na casa da família Campos estava intenso. Eram muitos os familiares, amigos e políticos que acompanharam desde sempre a trajetória de Eduardo Campos e queriam estar perto de “dona Renata”, como ele chamava a mulher, e dos cinco filhos do casal. O ambiente era dolorido e, em quase todos os rostos, olhos marejados e expressões de consternação. Eram dezenas de pessoas reunidas na parte externa, divididas entre a varanda e a área arborizada ao redor da piscina. Quase todas de pé. Em torno do bebê Miguel, filho caçula do casal, que passava de colo em colo, estavam os únicos sorrisos visíveis na casa.
Dona Renata surpreendia a todos. Talvez por ainda não ter realizado a perda tão inesperada, ela se mostrava forte, até leve, andando entre as pessoas e conversando com os que lhe procuravam para apresentar condolências. Não caiu em prantos publicamente, apesar do olhar avermelhado, que carregava ainda na noite de ontem, de quem está sentindo a dor como uma força constante. Às vezes, parecia ser ela quem tranquilizava seus interlocutores. Ela contou sua última conversa por telefone com o marido: haviam falado sobre o perfil das possíveis primeiras-damas, ela e Letícia Weber, mulher de Aécio Neves, que havia sido publicado no GLOBO no dia do acidente.
Renata estava já no avião, embarcando do Rio de Janeiro para Recife, na manhã de terça-feira, quando recebeu o telefonema de Eduardo. Ele brincou:
— Olhe, você saiu no jornal!
Ela, espirituosa, respondeu:
— Ah, é? E você, escapou? — pergunta que costumava fazer sempre que a família sabia que sairia uma reportagem sobre o marido.
Eduardo retrucou:
— Disseram lá que você manda em mim!
Dona Renata riu e pediu que ele lhe enviasse uma cópia do texto. Desligou o telefone e voou. Quando desembarcou em Recife, ligou o aparelho e a primeira mensagem que entrou foi a foto reproduzindo a reportagem. Também foi a última mensagem que recebeu do marido.
Ontem, ela contava essa história como se fosse mais uma conversa trivial e não a última entre marido e mulher.
— Não estava no script — concluiu Renata, repetindo uma expressão que vem usando a muitos que se aproximam para consolá-la.
Conselheira de Eduardo
Nesse momento, chegou outra viúva, que permaneceu em um abraço com Renata que durou mais que alguns minutos. Era Eliane Aquino, a mulher do ex-governador de Sergipe, Marcelo Déda, falecido em decorrência de um câncer no final do ano passado. Campos e Déda eram amigos. Assim como Renata, Eliane também tem um filho pequeno com síndrome de Down e citou as semelhanças entre a história que se abateu sobre as duas:
— Os dois eram nordestinos, tão jovens, morreram em São Paulo e nos deixaram filhos especiais. Me disseram que um dia eu ia entender o porquê da vinda do meu filho. Você também, Renata.
Renata respondeu que um padre também lhe havia feito essa afirmação. E lembrou que o batizado do filho Miguel aconteceu em uma igreja pequenina, exatamente um mês antes do acidente de Eduardo:
— Eu sabia que ele seria eleito e não queria um batismo grande, de filho de presidente.
Renata é uma mulher discreta, de bastidores, conselheira fundamental de Eduardo, mas que deixava a ele a atuação na linha de frente. Outra frase que ela tem dito aos amigos nas conversas ao redor da piscina e na área externa da casa, onde estão concentradas as visitas, é sobre a paixão de Eduardo pela política:
— A política para ele não era só trabalho, era também um hobby.
Os quatro filhos mais velhos estão sentidos. Mas, talvez confortados na fortaleza da mãe, aguentam firme o momento. Causa surpresa perceber que, tão jovens, seus olhares sustentam serenidade. Em meio ao furacão de mudanças, o homem mais velho, João Henrique, de 20 anos, comentou com colegas que um grande desejo e preocupação da família nesse momento é encontrar o relógio e o cordão de ouro com medalhinhas que Eduardo carregava sempre. As medalhinhas foram sendo acumuladas ao longo da vida do político e têm um valor sentimental imenso para a família, apreensiva com a possibilidade de não conseguir resgatar dos escombros esse fragmento de lembrança.
José Henrique, de 9 anos, o filho caçula até a chegada de Miguel, parece ainda não entender bem o que está ocorrendo. Ele anda entre os irmãos e os amigos, depois vai para o colo da mãe. Abraça Renata, fala algo em seu ouvido, afunda a cabeça em seu peito e depois sai, sem aparentar ter chorado. João e Pedro, o filho do meio, de 18 anos, ficam orbitando perto da mãe e dos amigos e namoradas que vieram dar forças. A menina, Maria Eduarda, de 22 anos, tem lágrimas nos olhos, mas consegue sorrir ternamente sempre que conversa com alguém.
APOIO A OUTRA VIÚVA
No início da noite, a jornalista Cecília Ramos, esposa do assessor de Eduardo, Carlos Percol, que também estava no voo, chegou à residência. Muito jovem, recém-casada, Cecília mostrava seu luto com um vestido preto e choro constante. Coube a Renata, que usava calça jeans e uma bata branca, consolá-la. Assim que a viu chegar, a anfitriã dirigiu-se à entrada da casa e abraçou sua companheira de tragédia. Cecília foi se acalmando, e logo começou a missa em homenagem aos maridos e demais vítimas do acidente. Foram os filhos que fizeram as leituras na celebração, na varanda da casa. João foi encarregado pelo Padre Luciano Brito de ler um trecho do Livro de Jó, que fala sobre vida eterna.
O diretor de cinema Guel Arraes, tio de Campos, também aparentava estar muito sentido com a morte do sobrinho. A um grupo, dizia que Eduardo seria “insubstituível” na política:
— O Eduardo tem uma personalidade muito própria. Ele é neto do Miguel Arraes, foi muito próximo do Lula, e podia simplesmente ter imitado um dos dois. Mas não, ele tem uma personalidade brilhante, muito própria. Nem o sobrenome Arraes ele usou, adotou o Campos, só dele.
A mãe de Eduardo, Ana Arraes, externava de forma mais visível sua dor. Chorava bastante e era confortada pelos amigos. Padre Pedro Rubens, reitor da Universidade Católica de Pernambuco, que se dizia contagiado pela disposição política de Eduardo e foi prestar sua homenagem ao ex-governador, resumiu o sentimento, ainda incompreensível:
— É uma saudade do futuro.

fonte: jornal o Globo

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Dentista de Campos diz que corpos foram ‘pulverizados’

dentista

O dentista Fernando Cavalcanti, que acompanhou o trabalho de coleta dos restos mortais do candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, disse nesta sexta-feira (15) que os corpos das vítimas da queda do jato em Santos foram “pulverizados” e que a polícia técnica terá que montar um “quebra-cabeças” para realizar a identificação.

Cavalcanti é dentista da família de Campos há 25 anos e foi a Santos com radiografias do político para tentar realizar a identificação pela arcada dentária. Ele afirmou, no entanto, que a identificação só será possível por meio de DNA.

“Infelizmente não encontraram corpos. Foi impossível identificar porque não temos a arcada dentária pelo estrago que estava. Levei a documentação radiográfica completa, mas infelizmente a explosão foi muito grande e sobraram apenas restos. Não conseguiram determinar quem é Eduardo, quem é fotógrafo. É um cenário muito triste. Se alguém disser que é um amontoado de barro, se disser que é amontoado de papel, você vai acreditar”, afirmou o dentista ao chegar na casa da família de Campos.

Cavalcanti afirmou ainda que a identificação será um “trabalho díficil”. “Infelizmente são restos humanos. Vão ter que armar um quebra-cabeças e montar. Os corpos foram pulverizados. É um trabalho difícil de quebra-cabeças”, explicou.

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G1.com

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PT pressiona para rachar o PSB de Eduardo Campos

DILMA

O PT já começou a operar na tentativa de fazer com que o PSB abra palanques nos estados para a presidente Dilma Rousseff, segundo lideranças socialistas. A intenção é rachar a sigla ex-aliada e fazer com que setores regionais do partido embarquem na campanha de Dilma, o que enfraqueceria uma eventual candidatura da ex-senadora Marina Silva, que era vice na chapa de Eduardo Campos, morto anteontem em acidente aéreo. Ela deve ser o nome escolhido para substituir Campos.

Interlocutores do PT já começaram a assediar líderes do PSB em estados onde há uma boa relação entre as duas siglas, como Bahia e Sergipe. Em meio a esse processo, a própria Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ligaram ontem para Roberto Amaral, presidente em exercício do PSB, que assumiu a responsabilidade de conduzir o processo para a nova candidatura.

Na pauta, oficialmente, constam apenas condolências pela morte de Campos. O vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, negou que haja assédio da legenda ao PSB. Cantalice disse que questões eleitorais só serão discutidas a partir de segunda-feira, após o sepultamento de Campos, previsto para domingo.

Ao mesmo tempo que evita dar um tom eleitoreiro, Lula disse que não há como negar que a morte de Campos provoca uma mudança no cenário.

“Obviamente que mudou a conjuntura política e eu não sei qual o tamanho do impacto. Não vamos tentar antecipar os fatos. Vamos esperar enterrar o companheiro Eduardo e os companheiros que estavam com ele, e depois voltamos a falar da política, a falar da campanha”,  disse Lula ontem.

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fonte: nilljunior.com.br

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Datafolha divulga pesquisa de candidatos ao governo de PE

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (15) aponta o candidato Armando Monteiro (PTB) com 47% das intenções de voto para governador de Pernambuco. Em seguida, aparecem Paulo Câmara (PSB) com 13% e Zé Gomes (PSOL) com 2%. Já Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO) estão empatados com 1%.

Encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo, esta é a primeira pesquisa Datafolha após o registro das candidaturas.
Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada:
Armando Monteiro (PTB): 47%
Paulo Câmara (PSB): 13%
Zé Gomes (PSOL): 2%
Jair Pedro (PSTU): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 1%
Brancos e nulos: 15%
Indecisos: 19%
A pesquisa foi realizada nos dias 13 e 14 de agosto. Foram entrevistados 1.198 eleitores, com 16 anos ou mais, em 42 municípios do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, a probabilidade do resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00017/2014, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 00360/2014.
Rejeição
A pesquisa também mediu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Veja os números:
Zé Gomes: 24%
Pantaleão: 23%
Jair Pedro: 18%
Paulo Câmara: 17%
Miguel Anacleto: 13%
Armando Monteiro: 9%
Não rejeitariam nenhum dos candidatos: 9%
Não souberam responder: 22%

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Por Edicarlos Soares.
Fonte: G1.com

 

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Prefeitura de Tabira mantém festa da padroeira.

A Prefeitura de Tabira vem a público esclarecer os fatos sobre a continuidade das atrações musicais na Festa de Nossa Senhora dos Remédios, padroeira da cidade.

1º- É oportuno frisar que a organização das festividades religiosas e profanas é de responsabilidade da paróquia local. A prefeitura é a instituição mantenedora de parte da infraestrutura, bem como, parceira na doação das atrações musicais que abrilhantam os dias de festa, após o novenário realizado na igreja matriz.

2º- Ao tomar conhecimento do trágico acidente aéreo que vitimou nosso ex-governador e candidato a presidência da República, Eduardo Campos, e companheiros de trabalho, o prefeito Sebastião Dias e o secretário de Cultura Edgley Freitas, se reuniram com a comissão organizadora da festa, para em conjunto, tomarem as devidas providências relacionadas a continuidade ou não dos eventos que envolvessem a presença das bandas no palco principal.

3º- Durante a reunião, a comissão achou por bem manter as apresentações musicais, tendo em vista, o prejuízo que acarretaria aos barraqueiros e ao próprio evento. Muitos cidadãos que trabalham com determinados segmentos comerciais dependem de eventos sazonais como o da Festa da Padroeira.

4º- Em nenhum momento, a Prefeitura de Tabira e os seus gestores tiveram a intenção de desrespeitar a dor e o sentimento dos cidadãos enlutados com a perda do grande líder político Eduardo Campos. É lamentável perceber o comportamento de algumas pessoas que se aproveitam da ocasião para disparar comentários maldosos induzindo o fato da continuidade da festa estar ligado as questões político-partidárias.

5º- Por último, a gestão Governando com o Povo, lamenta pelo falecimento de Eduardo Campos, que nas suas funções políticas carregou Pernambuco na alma e no coração. Que a Virgem dos Remédios conforte os familiares e o povo pernambucano.

Prefeitura de Tabira
Gestão Governando com o Povo

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Viúva de assessor de Campos fala pela primeira vez sobre tragédia

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A jornalista Cecília Ramos, viúva de Carlos Augusto Ramos Leal Filho, o Percol, assessor de Eduardo Campos que morreu em acidente aéreo que também vitimou o candidato à Presidência do PSB, falou nesta quinta-feira (14), pela primeira vez, sobre a morte do marido. Ela disse que “não adianta procurar explicação” para o episódio, mas que a conforta o fato de que o marido estava feliz, no “melhor momento da vida dele”.

“Eles estavam felizes. Eu falei com Percol na madrugada [que antecedeu o acidente]. Com Percol não tinha nada de tempo ruim. Sempre dedicação total à campanha, eram uma dupla. [...] Ele estava feliz, e a felicidade dele era a minha. [...] Eu só queria que ele soubesse que ele foi a melhor coisa do mundo. Era uma pessoa extremamente do bem, transformava coisas ruins em lição, aprendizado”, afirmou a viúva de Percol, após missa realizada na casa de Campos.

Cecília Ramos chorou ao lembrar que estavam casados havia quatro meses e disse que chegou a pedir licença do trabalho para ir para São Paulo e ajudar na campanha. “A gente casou há quatro meses. Eu dizia que não fazia questão de perdê-lo para Eduardo, porque era uma admiração mútua, uma companhia, e ele tava tão feliz. A felicidade dele era a minha.”

Segundo a mulher de Carlos Percol, o marido não reclamava de cansaço durante a campanha, mesmo ficando muito tempo longe da família. “Eles só falavam como estavam felizes. Não os via reclamando de cansaço, como se eles não fossem humanos, como se a missão fosse essa mesmo”, destacou.

Cecília contou ainda que conversou com o marido de madrugada, horas antes do acidente, e que ele e Campos estavam felizes com a atuação do presidenciável em entrevista concedida ao Jornal Nacional.

Uma missa em homenagem a Eduardo Campos reuniu, na tarde desta quinta-feira (14), 150 amigos, familiares e políticos na casa do candidato à Presidência, no Recife.

A mãe do político, Ana Arraes, estava na primeira fileira da missa. Conforme o padre, ela estava “saudosa” e participou da cerimônia. O tio dele, o cineasta Guel Arraes, também assistiu à celebração.

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G1.com

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